Não há liberdade; nem guerra para se lutar. Sem heróis aqui. Liberdade, na noite, é um cigarro mal fumado e um gole de uísque bêbado. Escuridão. Sem olhos e sem julgamentos, da primeira tragada o último gole e obliteram-se os lamentos. Não há — não entendam, parem este segundo, fechem os olhos e deixem a sensação apoderar-se de vocês (como se vocês tivessem controle dela, seus cornos) — martírio nem glória na redenção que não se vê ou no cigarro que não se fuma.
Do último gole bêbado, o álcool que pulsa nas veias e a droga ligeira que a alma aspira. Tantos encantos nessa noite, ninguém me vê. A Deus, já não vale a pena me julgar. Um gole sofrido, corredio, queima a garganta e desliza pela alma. Se há um sorriso, tenha certeza: são só dentes. A alma está absorta em bebida barata, envenenada. Está ali o corpo, roto. Evidentemente bêbado, mas não dispensa uma boa briga.
Ei-lo depravado e corrompido. Tal é o prazer da noite funérea; destruição total da máquina divina. É minha vingança por Deus não descer para a luta. Arruíno sua criação. Solitário, não há erros, pois não há olhos. Não há metáforas: a ardência é ardência e o sofrimento, o sofrimento. Um gole solitário é um gole de verdade. Os outros são cerimoniais que levam à chupação de paus. Inevitavelmente.
O sexo mais apaixonado não é o da corroboração do afeto. É o pornô na madrugada.
Do último gole bêbado, o álcool que pulsa nas veias e a droga ligeira que a alma aspira. Tantos encantos nessa noite, ninguém me vê. A Deus, já não vale a pena me julgar. Um gole sofrido, corredio, queima a garganta e desliza pela alma. Se há um sorriso, tenha certeza: são só dentes. A alma está absorta em bebida barata, envenenada. Está ali o corpo, roto. Evidentemente bêbado, mas não dispensa uma boa briga.
Ei-lo depravado e corrompido. Tal é o prazer da noite funérea; destruição total da máquina divina. É minha vingança por Deus não descer para a luta. Arruíno sua criação. Solitário, não há erros, pois não há olhos. Não há metáforas: a ardência é ardência e o sofrimento, o sofrimento. Um gole solitário é um gole de verdade. Os outros são cerimoniais que levam à chupação de paus. Inevitavelmente.
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